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	<title>Blog do Danilo &#187; Política</title>
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		<title>Eleições na Alemanha: uma vitória dos liberais</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:42:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[liberalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[No último domingo, 27 de setembro, Angela Merkel foi reeleita para o cargo de Chanceler da República Federal da Alemanha. A líder dos Democratas Cristãos (CDU) obteve 33,5% dos votos válidos, garantindo assim o comando do país mais forte da União Européia por mais quatro anos. Mas os grandes vencedores dessa eleição, no entanto, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último domingo, 27 de setembro, Angela Merkel foi reeleita para o cargo de Chanceler da República Federal da Alemanha. A líder dos Democratas Cristãos (<a href="http://www.cdu.de/">CDU</a>) obteve 33,5% dos votos válidos, garantindo assim o comando do país mais forte da União Européia por mais quatro anos. Mas os grandes vencedores dessa eleição, no entanto, não foram os conservadores: foram os liberais.</p>
<p>O Partido Liberal Democrático (<a href="http://www.liberale.de/">FDP</a>), que adota uma forte posição pró-mercado, teve o melhor resultado da sua história (de 6,6% em 2005 para 14,9% dos votos em 2009), e <a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,651672,00.html">passam a integrar o bloco de governo de Merkel</a>. E o que isso significa?</p>
<p>Como já havia sido amplamente comentando, a antiga coalização de Merkel, entre os conservadores e os <a href="http://www.spd.de">social-democratas</a> (CDU-SPD), <a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14447959">não estava agradando a ambas as partes</a>. Afinal, os dois <em><a href="http://www.saarbruecker-zeitung.de/aufmacher/Wahlen-Bundestag%3Bart27856,3046786">Volksparteien</a></em>, os maiores da Alemanha, de fato possuem posições ideológicas muito distintas. Vejamos:</p>
<p>Por um lado, os Democratas Cristãos têm um agenda econômica mais à direita, enfatizando a necessidade de redução de custos empresariais, políticas de fomento às pequenas firmas e integração mais efetiva nos processos de globalização. Por outro, os social-democratas, cuja base de apoio ainda é largamente baseada nos sindicatos, tendem a dar maior destaque às questões do &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Welfare_state">estado de bem-estar social</a>&#8221; e a criticarem medidas a favor do livre-mercado. </p>
<p>Com a <a href="http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotostrecke-47138.html">derrota histórica do SPD</a> nas últimas eleições &#8211; na qual tiveram 23% dos votos, seu <a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,652032,00.html">pior resultado desde 1947</a> &#8211; Merkel agora pode formar um gabinete mais alinhado às preferências de seu próprio partido, e realizar algumas das mudanças que pretendia fazer no período anterior.</p>
<p>A entrada dos Liberais no governo é o grande acontecimento dessa votação. Seguindo uma prática antiga da democracia alemã, o líder do partido menor na coalização recebe a indicação para ser, ao mesmo tempo, Vice-Chanceler e Ministro das Relações Exteriores. Assim, Guido Westerwelle, presidente do FDP e <a href="http://www.nytimes.com/2009/09/29/world/europe/29germany.html">gay assumido</a>, passa a ocupar tais cargos, o que era <a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4728511,00.html">desejado pelo partido de Merkel</a>. </p>
<p>De certa forma, ele já vinha se preparando para isso. Westerwelle lançou, há anos atrás, uma proposta ousada de &#8220;revigorar&#8221; os Liberais: focou grande parte das ações políticas do partido na juventude, o que fez com que eles fossem extremamente bem-sucedidos nessa faixa etária em 2009. Além disso, renovou também o quadro partidário da agremiação, sendo ele mesmo o líder mais jovem que os Liberais já tiveram. Na campanha, deu certo. Ponto positivo para ele.</p>
<p>Mas Westerwelle tem que mostrar que é mais do que um bom estrategista partidário. Sua entrada no governo deve mexer em algumas áreas sensíveis da política alemã. Vemos, por exemplo, que o programa dos liberais pretende dar uma enorme isenção fiscal para as pequenas e médias empresas, o que além de estar de acordo com os princípios do partido, também pode vir a ajudar a economia da Alemanha nesses tempos de crise. Outra proposta diz respeito à redução de encargos trabalhistas para contratar e demitir funcionários, impossível de ser debatida em uma coalização com o SPD. </p>
<p>Nas relações exteriores, a presença das tropas militares alemãs do Afeganistão, uma das questões-chave do debate eleitoral recente deverá ser colocada em discussão. Ela foi levantada sobretudo pelo partido da esquerda, <em><a href="http://www.die-linke.de/">Die Linke</a></em>, e provavelmente foi uma das causas do aumento da popularidade desse grupo nas urnas. Embora os <a href="http://www.nytimes.com/2009/09/29/world/europe/29germany.html">Liberais foram a favor do envio de tropas</a> nacionais para combater sob a bandeira da OTAN, Westerwelle foi incisivo ao declarar que gostaria que elas fossem limitadas a um pequeno número, com um claro cronograma de retorno. No caso do Irã, deve-se manter a <a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4731038,00.html">continuidade do período anterior</a>: a defesa da diplomacia, mas também com sanções severas caso Ahmadinejad se recusar a cooperar.</p>
<p>Angela Merkel, por motivos partidários e governamentais, provavelmente seguirá uma via mais moderada. Mas não muito. Embora a CDU ainda seja o maior partido do país ela também perdeu cadeiras em 2009, e sua &#8216;irmã menor&#8217;, a <a href="http://www.csu.de/partei/index.htm">CSU</a> (que nada mais é do que os conservadores católicos da Baviera), saiu muito enfraquecida dessa eleição. Com o grande número de votos dos FDP, é normal que ele passem a exercer uma influência maior no gabinete, e provavelmente alguns pontos de conflito irão aparecer entre eles. É de se esperar, por exemplo, uma disputa entre o Westerwelle e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wolfgang_Schauble#Political_views">Wolfgang Schäuble</a>, Ministro do Interior pela CDU, que defende idéias controversas em matéria de direitos civis e segurança tais como: o fim da dupla cidadania nacional; a não-presunção de inocência e a possibilidade de &#8220;assassinatos preventivos&#8221; para suspeitos de terrorismo, etc. Setores do FDP certamente serão contrários a tais medidas, claramente afrontosas ao conceito de <em><a href="http://dhnet.org.br/dados/livros/edh/br/pbunesco/i_04_democracia.html">rule of law</a></em>, um dos pilares do liberalismo. </p>
<p>Existem também a possibilidade de tensões entre os liberais e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Karl_theodor_zu_guttenberg">Karl Theodor zu Guttenberg</a> (CSU), já que o popular Ministro das Finanças não quer cortes de impostos tão significativos. Devido aos grandes gastos públicos do governo alemão na época da crise (ajuda às empresas e bancos), Guttenberg vai evitar, a todo custo, o decréscimo na arrecação fiscal. E isso pode vir a diminuir o ritmo das negociações dentro da coalização &#8220;preta e amarela&#8221; que irá comandar o país.</p>
<p>Mas, de qualquer maneira, a Alemanha tem motivos para estar otimista. Não só <a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,651777,00.html">sua economia está mais estável</a> do que a de seus companheiros de União Européia, mas também sua política está trazendo uma grande inovação. Depois de anos sendo governada pelos dois grandes partidos, os alemães agora estão mais livres para implementar reformas modernizadoras e necessárias. Só resta saber como Merkel mediará os conflitos internos de sua coalização. O sucesso do novo gabinete depende, em grande parte, desse equilíbrio.</p>
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		<title>Zhao Ziyang: um mandarim liberal</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:38:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Humanas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
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		<description><![CDATA[
Não há pessoa que não tenha visto essa famosa fotografia. O anônimo estudante chinês que, desarmado, tentou bloquear o avanço dos tanques tornou-se um dos maiores ícones da resistência contra a repressão estatal. Naquele conturbado ano de 1989 &#8211; que propiciou a queda do Muro de Berlim, a atuação do sindicato &#8220;Solidariedade&#8221; na Polônia, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://danilofreire.com.br/arquivos/pazcelestial.jpg" alt="Paz Celestial" /></p>
<p>Não há pessoa que não tenha visto essa famosa fotografia. O anônimo estudante chinês que, desarmado, tentou bloquear o avanço dos tanques tornou-se um dos maiores ícones da resistência contra a repressão estatal. Naquele conturbado ano de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/1989">1989</a> &#8211; que propiciou a queda do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Berlin_Wall">Muro de Berlim</a>, a atuação do sindicato &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Solidarity">Solidariedade</a>&#8221; na Polônia, a &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Velvet_Revolution">Revolução de Veludo</a>&#8221; na Tchecoslováquia e mesmo as primeiras eleições diretas no Brasil desde 1960 &#8211; o &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tiananmen_Square_protests_of_1989">Massacre da Paz Celestial</a>&#8221; teve enorme repercussão na opinião pública da época e, de modo contundente, mostrava que havia &#8220;algo de podre no reino dos mandarins&#8221;.</p>
<p>Embora não se possa ver pela fotografia, o estudante não estava sozinho. Tinha a seu lado não só um vasto número de intelectuais e colegas, mas também oficiais de alta patente no governo chinês. Hoje poucos lembram que a causa imediata para o acirramento da movimentação estudantil foi a morte de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hu_Yaobang">Hu Yaobang</a>, ex-Secretário-Geral do Partido Comunista Chinês e reformador convicto. Mas naquele 4 de junho, a grande figura foi, sem sombra de dúvida, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Zhao_Ziyang">Zhao Ziyang</a>. Zhao foi um dos grandes propositores da modernização chinesa por meio das reformas econômicas, todas em favor do livre-mercado e da privatização, do combate à corrupção e da redução do poder da burocracia partidária. Também defendeu uma importante divisão entre o Estado e o Partido que até hoje não ocorreu, e continua a causar danos para a sociedade civil chinesa.</p>
<p>No fatídico dia do &#8220;Massacre&#8221;, Zhao fez um discurso em favor dos estudantes, afirmando a necessidade de diálogo e reavaliação das posturas do PCC. As frases são de uma honestidade nunca antes vista no governo chinês: &#8220;<em>Estudantes, nós chegamos tarde. Desculpem-nos. Vocês falam sobre nós, nos criticam, e tudo isso é necessário. Não venho aqui pedir a vocês que nos perdoem. Tudo o que eu tenho a dizer é que os estudantes estão ficando fracos, nesse sétimo dia de greve de fome. </em>[...] <em>Vocês são jovens, ainda têm muito tempo pela frente, e devem estar saudáveis para quando a China alcançar suas </em>&#8216;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Four_modernizations"><em>quatro modernizações</em></a>&#8216;. <em>Vocês não são como nós, que somos velhos.</em> [...] <em>Eu só tenho um pedido: se vocês pararem com a greve de fome, o governo não vai fechar a porta do diálogo, nunca!</em>&#8220;. Horas depois dessas palavras, que foram transmitidas pela rede pública de televisão, Zhao foi deposto de seu cargo e condenado à prisão domiciliar, de onde só viria a sair morto, quinze anos depois. Não é necessário dizer que tais punições &#8211; assim como o avanço das tropas contra os estudantes &#8211; foram ordenados pelos linha-dura do Partido Comunista que, de uma forma ou outra, estão no poder até hoje.</p>
<p><img src="http://danilofreire.com.br/arquivos/zhao.jpg" alt="Zhao Ziyang" /></p>
<p>Mas Zhao conseguiu uma façanha, apesar de ter sido banido dos meios de comunicação chineses. Mesmo sob intensa vigilância, gravou horas de depoimentos em segredo, e essas fitas foram levadas ao exterior. E no próximo dia 4 de Junho, 20 anos após o &#8220;Massacre&#8221;, será lançada sua autobiografia: <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Prisoner_of_the_State:_The_Secret_Journal_of_Premier_Zhao_Ziyang">Prisoner of the State: The Secret Journal of Premier Zhao Ziyang</a></em>. Nela, é possível imaginar o que teria acontecido se Zhao tivesse saído vitorioso do embate partidário: uma China mais pluralista, mesmo com o PCC ainda no poder, com menos favoritismo e corrupção. Jianli Yang, um dos estudantes presentes nas ações de 1989, disse à <a href="http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=4951&#038;page=0">Foreign Policy</a>: &#8220;<em>Zhao&#8217;s reforms, one might imagine, would have proceeded at a purposeful but amenable pace, beginning with an opening of partial freedoms of assembly and demonstration.</em> [...] <em>Public participation would have followed, with public debate emerging on difficult questions from ethnic relations, to foreign affairs, to government corruption, to HIV/AIDS and the environment. In other words, China would have embarked on a peaceful transition to democracy. A democratic China &#8212; one that followed Zhao&#8217;s model &#8212; would have prospered economically, too.</em>&#8221;</p>
<p>Dessa forma, vale a pena a leitura da autobiografia de Zhao. É, como diz o artigo da Foreign Policy, &#8220;uma história alternativa da China&#8221;. Embora é certo que sua leitura será proibida no país, talvez cópias piratas e pdfs estejam disponíveis. De acordo com a <a href="http://www.reuters.com/article/worldNews/idUSTRE54S0KF20090529">Reuters</a>, em Hong-Kong, onde o livro já foi lançado, a primeira edição esgotou-se em questão de horas. Talvez o interesse exista porque a mensagem final de Zhao era simples e clara: &#8220;<em>Nós devemos estabelecer que a meta final da reforma política é a realização desse sistema político avançado</em> [a democracia]. <em>Se nós não nos movermos em direção a esta meta, será impossível resolver as condições anormais da economia de mercado chinesa</em>&#8220;. Essas palavras, no entanto, não são adequadas apenas para a conjuntura da China, mas são úteis e inspiradoras para todos os países, sobretudo aqueles que enfrentam profundas desigualdades em um processo acelerado de crescimento. Você conhece algum outro país com tais características?</p>
<p>Para ler um excerto do livro, em inglês, clique aqui: <em><a href="http://www.nytimes.com/2009/05/15/world/asia/15zhao-transcript.html?pagewanted=1&#038;_r=2">New York Times &#8211; Excerpts From Zhao Ziyang’s &#8216;Prisoner of the State&#8217;</a></em></p>
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		<title>Momento estelares de &#8220;Aló Presidente!&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornal El País trouxe seis excertos notórios do programa de Hugo Chávez, &#8220;Aló Presidente&#8221;. Entre canções e ameaças a países estrangeiros, Chávez vai conduzindo seu populismo. Vejam:

El País &#8211; Momento Estelares del &#8220;Aló Presidente&#8221;
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal El País trouxe seis excertos notórios do programa de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hugo_chavez">Hugo Chávez</a>, <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Al%C3%B3_Presidente">&#8220;Aló Presidente&#8221;</a></em>. Entre canções e ameaças a países estrangeiros, Chávez vai conduzindo seu populismo. Vejam:<br />
<a href="http://www.elpais.com/multigalerias/elpgal/Momentos_estelares_Alo_Presidente/20090528elpepuint_1/Zes"><br />
<em>El País &#8211; Momento Estelares del &#8220;Aló Presidente&#8221;</em></a></p>
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		<title>A More Perfect Union</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse foi o primeiro discurso que ouvi de Barack Obama. À época, eu já o via com bons olhos, uma vez que li, e apreciei muito, seus dois livros (o &#8220;manifesto biográfico&#8221; Dreams From My Father e The Audacity of Hope, no qual ele expõe suas visões sobre a sociedade americana). Pouco tempo depois, surgiram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse foi o primeiro discurso que ouvi de Barack Obama. À época, eu já o via com bons olhos, uma vez que li, e apreciei muito, seus dois livros (o &#8220;manifesto biográfico&#8221; <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dreams_from_My_Father">Dreams From My Father</a></em> e <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Audacity_of_Hope">The Audacity of Hope</a></em>, no qual ele expõe suas visões sobre a sociedade americana). Pouco tempo depois, surgiram na imprensa <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jeremiah_Wright_controversy">os polêmicos comentários raciais de Jeremiah Wright</a>, pastor da Igreja Batista que Obama freqüenta. Como resposta, o candidato escreveu o discurso que veremos abaixo. Inspirado no preâmbulo da Constituição Americana de 1787 (&#8221;<em>We, the people, in order to form a more perfect union&#8230;&#8221;</em>), Obama faz um belo comentário sobre a questão racial nos Estados Unidos e, inteligentemente, criou uma das melhores peças de sua campanha à presidência. </p>
<p>O vídeo está dividido em duas partes e possui legendas em espanhol.</p>
<div><object width="420" height="339"><param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/k6fnVhexh0d1Eby342" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://www.dailymotion.com/swf/k6fnVhexh0d1Eby342" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"></embed></object><br /><b><a href="http://www.dailymotion.com/swf/k6fnVhexh0d1Eby342">Barack Obama Speech on Race &#8211; Spanish Sub, 1 of 2</a></b><br /><i>by <a href="http://www.dailymotion.com/crisdecuba">crisdecuba</a></i></div>
<div><object width="420" height="339"><param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/k1NoIUJv7Ir3g6y3gD" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://www.dailymotion.com/swf/k1NoIUJv7Ir3g6y3gD" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"></embed></object><br /><b><a href="http://www.dailymotion.com/swf/k1NoIUJv7Ir3g6y3gD">Barack Obama Speech on Race &#8211; Spanish Sub, 2 of 2</a></b><br /><i>by <a href="http://www.dailymotion.com/crisdecuba">crisdecuba</a></i></div>
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