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	<title>Blog do Danilo &#187; Sociedade</title>
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		<title>The Pirate Bay é vendido</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[
The Pirate Bay está morto, viva o The Pirate&#8217;s Pay!
O site sueco The Pirate Bay, auto-intitulado &#8220;o maior tracker bittorrent do mundo&#8221;, que recentemente foi condenado a pagar uma multa milionária por compartilhar arquivos protegidos por copyright, foi vendido a uma empresa de video-games.
É isso mesmo: o TPB agora está nas mãos da Global Gaming [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://danilofreire.com.br/arquivos/tpbvendido.jpg" alt="TPB Vendido" /><br />
<em>The Pirate Bay está morto, viva o The Pirate&#8217;s Pay!</em></p>
<p>O site sueco <a href="http://thepiratebay.org/">The Pirate Bay</a>, auto-intitulado &#8220;o maior tracker bittorrent do mundo&#8221;, que recentemente foi <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Pirate_Bay_trial">condenado a pagar uma multa milionária</a> por compartilhar arquivos protegidos por copyright, foi vendido a uma empresa de video-games.</p>
<p>É isso mesmo: o TPB agora está nas mãos da <a href="http://www.globalgamingfactory.com/Default.html">Global Gaming Factory X AB</a> que, de acordo com informações <a href="http://torrentfreak.com/the-pirate-bay-sold-to-software-company-goes-legal-090630/">divulgadas na internet</a>, teria pago US$7.8 milhões pelo site. Ao que tudo indica, a empresa tem &#8220;um novo modelo de negócio&#8221; para os piratas. A Global Gaming Factory também comprou outra firma, chamada <a href="http://www.peerialism.se/">Peerialism</a>, que desenvolveu um protocolo P2P compatível com o BitTorrent. Ainda não há maiores detalhes sobre como será o funcionamento do site, mas provavelmente esse será o programa usado no futuro TPB.</p>
<p>O que é curioso, entretanto, é que essa empresa é totalmente desconhecida da grande maioria dos usuários do site. Um dos comentários, de um dos leitores, <a href="http://digg.com/tech_news/The_Pirate_Bay_Sold_To_Software_Company_Goes_Legal?t=26632403#c26632403">afirma o seguinte</a>: &#8220;<em>Global Gaming Factory X AB (Ltd, Co.) never registered for &#8220;F-skatt&#8221;, which is a basic permit needed for companies in Sweden to operate under corporate tax laws instead of private laws. Not having this permit usually means that it&#8217;s a company 1) run under a mother company or 2) that isn&#8217;t active.[...] Looks to me like a typical company only used to hold assets for a bigger company, perhaps RIAA/MPAA?</em>&#8220;. Não seria de todo estranho imaginar que a compra do TPB foi feita pelas empresas de direito autoral norte-americano, mas ainda devemos aguardar maiores detalhes.</p>
<p>De qualquer forma, caso a venda se concretize, é uma triste notícia para aqueles que defendem a livre troca de conhecimento. Não à toa, o site do TPB recebeu uma série de críticas negativas quando divulgou tal informação <a href="http://thepiratebay.org/blog/164">em seu blog</a>. Para um portal que sempre se colocou como vanguarda em matéria de direito autoral e liberdade de expressão, a notícia soa como &#8216;traição&#8217;. Ainda mais se lembrarmos que, há poucos dias atrás, o Partido Pirata Sueco conseguiu uma cadeira no Parlamento Europeu&#8230;</p>
<p>É com pesar que digo que também não me sinto confortável com essa decisão dos piratas, e estou decepcionado pelo rumo que as coisas tomaram. Caso precisassem de ajuda, estou certo que &#8216;a comunidade&#8217; estaria sempre disposta a dar uma mão. Sei que os fundadores do TPB enfrentaram dois julgamentos e uma série de hostilidades, tanto da polícia quanto da política sueca. Com certeza isso não foi fácil. Mas sempre tiveram o apoio de todos os seus membros, incondicionalmente. Agora as coisas mudaram: ao vender o site, o TPB vai na contramão de tudo o que pregaram nos tribunais. Teremos agora um segundo Napster. É muito triste ver que os piratas abandonaram o barco. Adeus, amigos. Não há mais <a href="http://en.wiktionary.org/wiki/ahoy">ahoy</a> para gritar.</p>
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		<title>As mulheres de Kibera, no Quênia</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerras Civis]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo resolvi me filiar à Anistia Internacional. Acho que a instituição possui valores sólidos e colabora, de um modo interessante, para dar voz aos desfavorecidos. Segue abaixo um vídeo, sobre as mulheres de Kibera, que com seu um milhão de habitantes, é a maior favela de toda a África. Vejam:

Caso se interessem por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo resolvi me filiar à Anistia Internacional. Acho que a instituição possui valores sólidos e colabora, de um modo interessante, para dar voz aos desfavorecidos. Segue abaixo um vídeo, sobre as mulheres de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kibera">Kibera</a>, que com seu um milhão de habitantes, é a maior favela de toda a África. Vejam:</p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wQmZnSbL1dg&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wQmZnSbL1dg&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
<p>Caso se interessem por assuntos como direitos humanos, redução de pobreza e ativismo social, visitem as comunidades latino-americanas da Anistia Internacional: <a href="http://www.myspace.com/aicola">http://www.myspace.com/aicola</a> e <a href="http://facebook.dj/amnistiacola/">http://facebook.dj/amnistiacola/</a>. Ali vocês podem se informar sobre quais as melhores formas de ajudar. E, claro, todos são sempre bem-vindos por lá. <img src='http://danilofreire.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Hans Magnus Enzensberger em São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Guerras Civis]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[guerra civil]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Expoente da chamada “geração crítica”, engajada contra o autoritarismo na Alemanha desde a 2ª Guerra até os acontecimentos pós-68, o escritor, poeta e intelectual alemão Hans Magnus Enzensberger vem a São Paulo para três encontros abertos, a convite do Goethe-Institut São Paulo, Instituto Moreira Salles e Companhia das Letras. Neles, o intelectual dialogará com pensadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Expoente da chamada “geração crítica”, engajada contra o autoritarismo na Alemanha desde a 2ª Guerra até os acontecimentos pós-68, o escritor, poeta e intelectual alemão Hans Magnus Enzensberger vem a São Paulo para três encontros abertos, a convite do Goethe-Institut São Paulo, Instituto Moreira Salles e Companhia das Letras. Neles, o intelectual dialogará com pensadores brasileiros, lançará seu mais recente livro <em>Hammerstein ou A Obstinação</em> e participará de noite de poesias. É a segunda vez que Enzensberger vem ao país, sendo sua obra conhecida no Brasil, tanto pela academia quanto pelo público. Entre suas obras traduzidas para o português estão <em>A outra Europa</em> (Companhia das Letras, 2006), <em>O diabo dos números</em> (Companhia das Letras, 2000) e <em>Elementos para uma teoria dos meios de comunicação</em> (Conrad, 2003).</p>
<p>Nascido em 1929, Enzensberger pertence a uma esquerda crítica, inovadora e livre. Desde sua estréia literária, foi visto como “agitador“ e “terror da classe média“. Seus ensaios e obras literárias, lapidares e contundentes, expressam suas reflexões sobre a política, a crítica social e a tradição literária. Foi membro do Grupo 47, importante marco da renovação literária alemã, e professor convidado de poesia na Universidade de Frankfurt. De 1965 a 1975, editou a Revista <em>Kursbuch</em>, que exerceu grande influência no movimento estudantil e em 1985 fundou a coleção <em>Die Andere Bibliothek</em>, que traduziu e publicou na Alemanha importantes escritores de todo o mundo, entre eles, Machado de Assis.</p>
<p>Recebeu, entre outros, os prêmios Georg Büchner (1963), Heinrich-Böll (1985), Heinrich-Heine (1998) e Premio d’Annunzio (2006) em reconhecimento pelo conjunto de sua obra. Sua versatilidade e produtividade lhe asseguraram um lugar de destaque na literatura do pós-guerra e no debate cultural das últimas décadas, sendo reconhecido como uma das grandes figuras da cena literária mundial.</p>
<p><strong>Programa</strong></p>
<p>12 de junho, sexta<br />
19h30<br />
Goethe-Institut São Paulo</p>
<p>Encontro <em>O Alfabeto da crise: cultura e política em questão</em><br />
Com Hans Magnus Enzensberger e Fernando Gabeira</p>
<p>Enzensberger dialoga com o jornalista, escritor e deputado federal Fernando Gabeira a respeito da crise política e cultural. Enzensberger publicou recentemente um pequeno “alfabeto pessoal”, em que discorre com argúcia e bom humor sobre os principais termos e personagens do noticiário econômico, em busca do sentido corrente de expressões como “economia real”, “cassino” e “gerenciamento de riscos”, entre outros.</p>
<p>15 de junho, segunda<br />
19h30<br />
Goethe-Institut São Paulo</p>
<p>Lançamento do livro <em>Hammerstein ou A Obstinação</em> de Hans Magnus Enzensberger (Cia das Letras)<br />
Debate com o autor, Jorge de Almeida e Márcio Seligmann-Silva</p>
<p>Enzensberger participa do lançamento de seu mais recente livro Hammerstein Ou A Obstinação, pela editora Companhia das Letras, com tradução de Samuel Titan Jr. O autor buscou fontes no mundo inteiro para retratar o destino de Kurt von Hammerstein, chefe do Exército alemão e oponente ao nazismo, de sua mulher e de seus sete filhos. Mesclando poesia e verdade, fatos e ficção em um único livro, Enzensberger retrata um dos mais tempestuosos episódios da história alemã, marcado pela traição e pela resistência. O lançamento é seguido de debate com Jorge de Almeida (USP) e Márcio Seligmann-Silva (Unicamp).</p>
<p>16 de junho, terça<br />
18h<br />
Anfiteatro de História (FFLCH/USP)<br />
Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 &#8211; Cidade Universitária</p>
<p>Uma noite de poesia com Hans Magnus Enzensberger e Antonio Cicero<br />
Comentários de Viviana Bosi</p>
<p>Uma seleção de poesias do livro Rebus (Suhrkamp Insel, 2009) de Hans Magnus Enzensberger, será lida pelo autor em alemão e em português pelo poeta e filósfo Antonio Cicero, com comentários de Viviana Bosi (USP).</p>
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		<title>Veredito: The Pirate Bay é culpado</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hoje, dia 17 de abril, a Corte Sueca decidiu que Frederik Neij, Gottfrid Svartholm Warg, Carl Lundstrom e Peter Sunde &#8211; os quatro caras do The Pirate Bay &#8211; são culpados pelo crime de violar os direitos autorais em seu website. Como disse a Corte: &#8220;This file-sharing constitutes an unlawful transfer to the public of [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://www.danilofreire.com.br/arquivos/the_pirate_bay_logo.jpg" title="The Pirate Bay" class="aligncenter" width="300" height="327" /></p>
<p>Hoje, dia 17 de abril, a Corte Sueca decidiu que Frederik Neij, Gottfrid Svartholm Warg, Carl Lundstrom e Peter Sunde &#8211; os quatro caras do <em><a href="http://thepiratebay.org">The Pirate Bay</a></em> &#8211; são culpados pelo crime de violar os direitos autorais em seu website. Como <a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601085">disse a Corte</a>: &#8220;<em>This file-sharing constitutes an unlawful transfer to the public of copyrighted performances</em>.&#8221; Eles devem pagar uma multa de 3.62 milhões de dólares e passar um ano atrás das grades. Mas a decisão ainda é preliminar, e advogados do grupo dizem que vão apelar até o Supremo Tribunal da Suécia, o que deve fazer com que o julgamento leve ainda mais vários meses &#8211; ou anos &#8211; para ser finalizado.</p>
<p>Ao que tudo indica, o julgamento baseou-se estritamente &#8220;na intenção dos agentes&#8221;, e não no argumento técnico dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BitTorrent">torrents</a>, utilizado pela defesa. O argumento baseava-se no fato de que o The Pirate Bay não hospeda o conteúdo protegido por direito autoral, mas apenas arquivos torrent. Os filmes, músicas e aplicativos estão nos computadores <em>dos usuários</em> de torrent e não no site. Assim, eles são somente uma espécie de &#8220;Google dos torrents&#8221;, no qual as pessoas buscam o que quiserem. Nesse sentido, o Google e o Yahoo, segundo a defesa, seriam os maiores fraudadores de direitos autorais, já que eles têm, em seus servidores, um número muito maior de páginas com arquivos torrents que o TPB.</p>
<p>Peter Sunde (<a href="http://twitter.com/brokep">brokep</a>), <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8003799.stm">afirmou</a>: &#8220;<em>Nós não podemos pagar e não iremos pagar. Mesmo se eu tivesse todo esse dinheiro, eu prefiro queimar tudo o que eu tenho, e eu não daria para eles nem mesmo as cinzas</em>&#8220;.</p>
<p>Na avaliação do sociólogo da sociedade da informação e ativista de software Livre, Sérgio Amadeu da Silveira, esta condenação só vai servir para aumentar a audiência e o compartilhamento dos serviços do The Pirate Bay. &#8220;O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Napster">Napster</a> foi condenado e o uso do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Peer-to-peer">P2P</a> se ampliou. Agora a condenação do  Pirate Bay, fará com que os serviços do BitTorrent cresçam ainda mais&#8221; – afirma Amadeu. Pessoalmente, eu poderia acrescentar os exemplos do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Grokster">Grokster</a> e do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Oink%27s_Pink_Palace">OiNK</a>, cuja história foi similar. Alguns dos servidores do TPB já estão na Tailândia, e é só uma questão de tempo até que toda a infraestrutura do site tenha se mudado para um país fora da jurisdição da Suécia e da União Européia.</p>
<p>Não sabemos ainda quais os desdobramentos possíveis do julgamento. Talvez ele abra as portas para uma nova onda de processos e leis mais severas contra os usuários e mesmo contra os provedores de internet. Mas estou certo de que nada isso irá fazer com que as pessoas parem de trocar informação entre si. As empresas, querendo ou não, devem entender que os tempos são outros, e os modelos de negócio também devem ser diferentes. As novas gerações estão se acostumando a ter conteúdo gratuito (Google, YouTube, Orkut, MySpace, Wikipedia, etc), e me parece um tanto quixotesco juntar 10 advogados e tentar lutar contra uma tendência que parece inevitável. E que não me parece injusta.</p>
<p>Veja aqui um vídeo de brokep a respeito do julgamento:</p>
<p><object id="bplayer" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="321" height="551"><embed name="bplayer" src="http://bambuser.com/r/player.swf" type="application/x-shockwave-flash" flashvars="vid=114361&#038;context=external" width="321" height="551" allowfullscreen="true"></embed><param name="movie" value="http://bambuser.com/r/player.swf"></param><param name="flashvars" value="vid=114361&#038;context=external"></param><param name="allowfullscreen" value="true"></param></object> </p>
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		<title>Stalin contra os marcianos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Realmente a indústria de videogames não tem limites. Há poucos meses saiu um joguinho chamado &#8220;Stalin vs. Martians&#8221;, no qual o ex-ditador soviético trava uma batalha com marcianos durante a Segunda Guerra Mundial (!!!). Mas tenho que reconhecer que o trailer é muito engraçado. Segue abaixo um pequeno vídeo e um texto de apresentação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente a indústria de videogames não tem limites. Há poucos meses saiu um joguinho chamado &#8220;Stalin vs. Martians&#8221;, no qual o ex-ditador soviético trava uma batalha com marcianos durante a Segunda Guerra Mundial (!!!). Mas tenho que reconhecer que o trailer é muito engraçado. Segue abaixo um pequeno vídeo e um texto de apresentação do game:</p>
<p><em>Year 1942. Summer. The martians suddenly land somewhere in Siberia and attack the glorious people of Holy Mother Russia. It is a hard time for USSR as you might know from the history books if you ever attended school. The situation is really f**ed up, so comrade Stalin takes the anti-ET military operation under his personal control. The operation is a top secret and virtually nobody knows about the fact of extraterrestial intervention.</em></p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MU67r0-QgZs&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/MU67r0-QgZs&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
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		<title>The Age of Mass Inteligence</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:53:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue abaixo um artigo interessante, publicado na The Economist da semana passada. Ele afirma um fato curioso: se, por um lado, está crescendo o mau-gosto artístico pelo mundo, por outro, o mercado de &#8220;artes clássicas&#8221; está também em franco desenvolvimento. É cada mais comum aos jovens ouvirem óperas, lerem os clássicos da literatura e passearem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo um artigo interessante, publicado na <a href="http://www.moreintelligentlife.com/story/age-mass-intelligence">The Economist</a> da semana passada. Ele afirma um fato curioso: se, por um lado, está crescendo o mau-gosto artístico pelo mundo, por outro, o mercado de &#8220;artes clássicas&#8221; está também em franco desenvolvimento. É cada mais comum aos jovens ouvirem óperas, lerem os clássicos da literatura e passearem pelos museus.</p>
<p>Vejam aqui o artigo, e tirem suas próprias conclusões:  <a href="http://www.moreintelligentlife.com/story/age-mass-intelligence">The Economist &#8211; The Age of Mass Inteligence</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Declaração Universal dos Direitos Humanos</title>
		<link>http://danilofreire.com.br/2009/11/12/declaracao-universal-dos-direitos-humanos/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciências Humanas]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[política internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A Declaração Universal dos Direitos Humanos faz 60 anos. Que ela viva por mais 60, 600 ou 6000 anos.
O vídeo, dedico à minha querida Giovana.  

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.onu-brasil.org.br/documentos_direitoshumanos.php">Declaração Universal dos Direitos Humanos</a> faz 60 anos. Que ela viva por mais 60, 600 ou 6000 anos.</p>
<p>O vídeo, dedico à minha querida Giovana. <img src='http://danilofreire.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object width="500" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hTlrSYbCbHE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hTlrSYbCbHE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="315"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Alemanha doa fotografias para a Wikipédia</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: El País.
Alemania dona 100.000 fotografías históricas a Wikipedia

Las instantáneas, que se remontan desde 1860 a la actualidad, forman parte de un proyecto para su uso público 
El Archivo Nacional de Alemania ha anunciado la donación a Wikipedia de 100.000 fotografías digitalizadas que corresponden a distintos momentos históricos. Las imágenes cubren un periodo que oscila [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: <a href="http://www.elpais.com/articulo/internet/Alemania/dona/100000/fotografias/historicas/Wikipedia/elpeputec/20081208elpepunet_2/Tes">El País.</a></p>
<p><strong>Alemania dona 100.000 fotografías históricas a Wikipedia</strong><br />
<em><br />
Las instantáneas, que se remontan desde 1860 a la actualidad, forman parte de un proyecto para su uso público </em></p>
<p>El Archivo Nacional de Alemania ha anunciado la donación a Wikipedia de 100.000 fotografías digitalizadas que corresponden a distintos momentos históricos. Las imágenes cubren un periodo que oscila entre 1860 a la actualidad, y forman parte de un proyecto que pretende poner a disposición de los ciudadanos 11 millones de fotografías para su uso público.</p>
<p>&#8220;Hemos decidido cooperar debido al éxito de Wikipedia. De esta manera, podemos llegar a un mayor público&#8221;, asegura el director adjunto del archivo B. Kuhl al diario alemán The Local. La iniciativa se ha desarrollado puesto que &#8220;la gente normalmente no piensa en nosotros cuando busca imágenes&#8221;, explica Kuhl.</p>
<p>Las imágenes donadas por el Gobierno alemán incluyen documentación sobre el Holocausto, manifestaciones y otros acontecimientos de la historia contemporánea del país teutón.</p>
<p>&#8220;Todo el mundo está involucrado de alguna manera, se trata de un trabajo en constante proceso&#8221;, asegura Kulh quien desvela que en la actualidad el proyecto cuenta con un total de 11 millones de fotografías, que serán distribuidas bajo la licencia Creative Commons para su difusión y uso público.</p>
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		<title>Mia Couto: Se Obama fosse africano</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[política internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Se Obama fosse africano
Mia Couto
Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Se Obama fosse africano</strong><br />
<em>Mia Couto</em></p>
<p>Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.</p>
<p>Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra: sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam motivo para festejarmos.</p>
<p>Nos dias seguintes, fui colhendo as reacções eufóricas dos mais diversos recantos do nosso continente. Pessoas anónimas, cidadãos comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes africanos. Quase todos chamavam Obama de &#8220;nosso irmão&#8221;. E pensei: estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de ver os nossos próprios racismos e xenofobias. Na pressa de condenar o Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse outro lado do mundo.</p>
<p>Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês, Patrice Nganang, intitulado: &#8221; E se Obama fosse camaronês?&#8221;. As questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese: e se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano? São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.</p>
<p>E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?</p>
<p>1. Se Obama fosse africano, um seu concorrente (um qualquer George Bush das Áfricas) inventaria mudanças na Constituição para prolongar o seu mandato para além do previsto. E o nosso Obama teria que esperar mais uns anos para voltar a candidatar-se. A espera poderia ser longa, se tomarmos em conta a permanência de um mesmo presidente no poder em África. Uns 41 anos no Gabão, 39 na Líbia, 28 no Zimbabwe, 28 na Guiné Equatorial, 28 em Angola, 27 no Egipto, 26 nos Camarões. E por aí fora, perfazendo uma quinzena de presidentes que governam há mais de 20 anos consecutivos no continente. Mugabe terá 90 anos quando terminar o mandato para o qual se impôs acima do veredicto popular.</p>
<p>2. Se Obama fosse africano, o mais provável era que, sendo um candidato do partido da oposição, não teria espaço para fazer campanha. Far-Ihe-iam como, por exemplo, no Zimbabwe ou nos Camarões: seria agredido fisicamente, seria preso consecutivamente, ser-Ihe-ia retirado o passaporte. Os Bushs de África não toleram opositores, não toleram a democracia.</p>
<p>3. Se Obama fosse africano, não seria sequer elegível em grande parte dos países porque as elites no poder inventaram leis restritivas que fecham as portas da presidência a filhos de estrangeiros e a descendentes de imigrantes. O nacionalista zambiano Kenneth Kaunda está sendo questionado, no seu próprio país, como filho de malawianos. Convenientemente &#8220;descobriram&#8221; que o homem que conduziu a Zâmbia à independência e governou por mais de 25 anos era, afinal, filho de malawianos e durante todo esse tempo tinha governado &#8216;ilegalmente&#8221;. Preso por alegadas intenções golpistas, o nosso Kenneth Kaunda (que dá nome a uma das mais nobres avenidas de Maputo) será interdito de fazer política e assim, o regime vigente, se verá livre de um opositor.</p>
<p>4. Sejamos claros: Obama é negro nos Estados Unidos. Em África ele é mulato. Se Obama fosse africano, veria a sua raça atirada contra o seu próprio rosto. Não que a cor da pele fosse importante para os povos que esperam ver nos seus líderes competência e trabalho sério. Mas as elites predadoras fariam campanha contra alguém que designariam por um &#8220;não autêntico africano&#8221;. O mesmo irmão negro que hoje é saudado como novo Presidente americano seria vilipendiado em casa como sendo representante dos &#8220;outros&#8221;, dos de outra raça, de outra bandeira (ou de nenhuma bandeira?).</p>
<p>5. Se fosse africano, o nosso &#8220;irmão&#8221; teria que dar muita explicação aos moralistas de serviço quando pensasse em incluir no discurso de agradecimento o apoio que recebeu dos homossexuais. Pecado mortal para os advogados da chamada &#8220;pureza africana&#8221;. Para estes moralistas &#8211; tantas vezes no poder, tantas vezes com poder &#8211; a homossexualidade é um inaceitável vício mortal que é exterior a África e aos africanos.</p>
<p>6. Se ganhasse as eleições, Obama teria provavelmente que sentar-se à mesa de negociações e partilhar o poder com o derrotado, num processo negocial degradante que mostra que, em certos países africanos, o perdedor pode negociar aquilo que parece sagrado &#8211; a vontade do povo expressa nos votos. Nesta altura, estaria Barack Obama sentado numa mesa com um qualquer Bush em infinitas rondas negociais com mediadores africanos que nos ensinam que nos devemos contentar com as migalhas dos processos eleitorais que não correm a favor dos ditadores.</p>
<p>Inconclusivas conclusões</p>
<p>Fique claro: existem excepções neste quadro generalista. Sabemos todos de que excepções estamos falando e nós mesmos moçambicanos, fomos capazes de construir uma dessas condições à parte.</p>
<p>Fique igualmente claro: todos estes entraves a um Obama africano não seriam impostos pelo povo, mas pelos donos do poder, por elites que fazem da governação fonte de enriquecimento sem escrúpulos.</p>
<p>A verdade é que Obama não é africano. A verdade é que os africanos &#8211; as pessoas simples e os trabalhadores anónimos &#8211; festejaram com toda a alma a vitória americana de Obama. Mas não creio que os ditadores e corruptos de África tenham o direito de se fazerem convidados para esta festa.</p>
<p>Porque a alegria que milhões de africanos experimentaram no dia 5 de Novembro nascia de eles investirem em Obama exactamente o oposto daquilo que conheciam da sua experiência com os seus próprios dirigentes. Por muito que nos custe admitir, apenas uma minoria de estados africanos conhecem ou conheceram dirigentes preocupados com o bem público.</p>
<p>No mesmo dia em que Obama confirmava a condição de vencedor, os noticiários internacionais abarrotavam de notícias terríveis sobre África. No mesmo dia da vitória da maioria norte-americana, África continuava sendo derrotada por guerras, má gestão, ambição desmesurada de políticos gananciosos. Depois de terem morto a democracia, esses políticos estão matando a própria política. Resta a guerra, em alguns casos. Outros, a desistência e o cinismo.</p>
<p>Só há um modo verdadeiro de celebrar Obama nos países africanos: é lutar para que mais bandeiras de esperança possam nascer aqui, no nosso continente. É lutar para que Obamas africanos possam também vencer. E nós, africanos de todas as etnias e raças, vencermos com esses Obamas e celebrarmos em nossa casa aquilo que agora festejamos em casa alheia.</p>
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		<title>O século XX em dois milhões de imagens.</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[história]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google mandou bem mais uma vez. A empresa adquiriu os direitos do banco de imagens da revista <em>Life</em>, e vai disponibilizar &#8211; grátis &#8211; tudo na internet. São várias as fotos famosas: do marinheiro beijando sua esposa, comemorando o fim da Segunda Guerra Mundial; Buzz Aldrin andando na Lua; o assassinato de John Kennedy, em Dallas. </p>
<p>Segue aqui o link para a matéria completa: <a href="http://www.elpais.com/articulo/cultura/siglo/XX/millones/imagenes/elppgl/20081121elpepucul_7/Tes">El País &#8211; El siglo XX, en dos millones de imagenes</a>.</p>
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