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	<title>Blog do Danilo &#187; Música</title>
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		<title>Vovô heavy metal</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está aí um senhor muito moderno. Esse simpático velhinho inglês de 82 anos, Owen Brown, chamou a atenção da BBC UK por seu gosto musical: ele é um grande fã de heavy metal. É isso mesmo: a coleção de Brown está cheia de discos do Iron Maiden, Judas Priest, Megadeth, entre outras grandes bandas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está aí um senhor muito moderno. Esse simpático velhinho inglês de 82 anos, Owen Brown, chamou a atenção da BBC UK por seu gosto musical: ele é um grande fã de heavy metal. É isso mesmo: a coleção de Brown está cheia de discos do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Iron_Maiden">Iron Maiden</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Judas_priest">Judas Priest</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Megadeth">Megadeth</a>, entre outras grandes bandas de rock pesado. Um grande viva para o &#8220;vovô rock&#8217;n'roll&#8221; e eu também espero, se chegar aos 80 anos, continuar ouvindo os velhos discos do Metallica, Mastodon, Alice In Chains e tudo mais. </p>
<p><object width="500" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/P-YZPA9Iyvs&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/P-YZPA9Iyvs&#038;hl=en&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="315"></embed></object></p>
<p>Update: O &#8220;vovô&#8221; está ficando famoso! Não só ele é uma das pessoas mais queridas pela &#8216;comunidade&#8217; heavy metal (é só ver os comentários <a href="http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.Net/news.aspx?mode=Article&#038;newsitemID=112483">aqui, no Blabbermouth</a>), mas também as bandas se sensibilizaram por sua história: Iron Maiden, Megadeth e Def Leppard enviaram CDs e posters ao senhor Brown. O Slipknot chegou até a convidá-lo para ir &#8211; como VIP &#8211; ao maior show de rock do Reino Unido, o Download Festival! Veja o novo vídeo <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/england/7902877.stm"> aqui no site da BBC UK</a>. Parabéns vovô, e que o senhor chegue até os 100 em alto e bom som!</p>
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		<title>Mastodon &#8211; &#8220;Oblivion&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui está o novo clip do Mastodon, &#8220;Oblivion&#8221;, a primeira faixa de seu último disco Crack the Skye. Até agora, acredito que esse é o melhor lançamento de ano. E de longe. Segue o vídeo:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui está o novo clip do <a href="http://www.mastodonrocks.com">Mastodon</a>, &#8220;Oblivion&#8221;, a primeira faixa de seu último disco <a href="http://www.cracktheskye.com"><em>Crack the Skye</em></a>. Até agora, acredito que esse é o melhor lançamento de ano. E de longe. Segue o vídeo:</p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7kcErNWtw1o&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7kcErNWtw1o&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
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		<title>Sayvinyl &#8211; &#8220;God Forbid&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Sayvinyl é uma banda muito boa. É formada por cinco caras de San Diego, e seu som pode ser caracterizado como indie rock, mas sem parecer uma cópia descarada do Radiohead ou do Bright Eyes. Vale a pena pegar esse primeiro CD dos caras, God Forbid, colocar no iPod ou no som do carro, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i44.tinypic.com/3149egh.jpg" alt="Sayvinyl - God Forbid" /></p>
<p><a href="http://www.sadbrownsweater.com/">Sayvinyl</a> é uma banda muito boa. É formada por cinco caras de San Diego, e seu som pode ser caracterizado como indie rock, mas sem parecer uma cópia descarada do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Radiohead">Radiohead</a> ou do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bright_Eyes_(band)">Bright Eyes</a>. Vale a pena pegar esse primeiro CD dos caras, God Forbid, colocar no iPod ou no som do carro, e dar uma volta por aí. Garanto que vai ser uma boa experiência.</p>
<p>Mas o Sayvinyl não é apenas uma banda legal, eles são gente boa também. Apesar de vender seu disco novo em CD ou mp3 em uma série de lojas (clique aqui <a href="http://www.amazon.com/God-Forbid-Explicit/dp/B0017I58AG/ref=sr_f3_1?ie=UTF8&#038;s=dmusic&#038;qid=1216186095&#038;sr=103-1">Amazon</a>, <a href="http://www.emusic.com/album/Sayvinyl-God-Forbid-MP3-Download/11193275.html">Emusic</a>, <a href="http://phobos.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewAlbum?i=281241416&#038;id=281240684&#038;s=143441">iTunes</a>), eles também disponibilizaram suas músicas de graça no Last.fm, para ouvir e baixar.</p>
<p>É só ir aqui: <a href="http://www.last.fm/music/Sayvinyl/God+Forbid">Sayvinyl &#8211; God Forbid</a></p>
<p>Se puderem, comprem o CD da banda, ou façam uma doação diretamente para a banda, <a href="https://www.paypal.com/cgi-bin/webscr?cmd=_s-xclick&#038;hosted_button_id=2052669">clicando aqui</a>. É sempre importante incentivar bandas que têm a cabeça aberta para as novas tecnologias. E que também fazem boa música, é claro! <img src='http://danilofreire.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Grooveshark: ouça músicas online</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Dêem uma olhada nesse site: http://www.grooveshark.com. O Grooveshark é, hoje em dia, o melhor site para se ouvir música diretamente na rede. É isso mesmo: basta digitar um título ou um artista e ouvir o som. E tudo de graça, é claro. 
Eu não sei por quanto tempo o site vai conseguir manter um acervo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dêem uma olhada nesse site: <a href="http://www.grooveshark.com">http://www.grooveshark.com</a>. O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Grooveshark">Grooveshark</a> é, hoje em dia, o melhor site para se ouvir música diretamente na rede. É isso mesmo: basta digitar um título ou um artista e ouvir o som. E tudo de graça, é claro. </p>
<p>Eu não sei por quanto tempo o site vai conseguir manter um acervo tão grande para <em>streaming</em> gratuito. O <a href="http://www.justhearit.com">JustHearIt.com</a>, que oferece um serviço semelhante, teve que retirar quase todo o seu conteúdo, devido a problemas de direito autoral com as grandes gravadoras. Atualmente, só restam os vídeos do YouTube, mas quem vai querer usar um site que apenas mostra o que você pode ver em outro?</p>
<p>Então aproveitemos enquanto o site está no ar e cheio de boa música. Vai lá: <a href="http://www.grooveshark.com">http://www.grooveshark.com</a></p>
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		<title>O melhor disco do ano: Mastodon &#8211; &#8220;Crack The Skye&#8221;</title>
		<link>http://danilofreire.com.br/2009/11/12/o-melhor-disco-do-ano-mastodon-crack-the-skye/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em um post anterior, eu disse que o pior disco do ano já havia sido lançado. Posso repetir sem medo de errar: até agora, &#8220;Scream&#8220;, de Chris Cornell, ainda não tem concorrente à altura na categoria &#8220;Discos Horríveis de 2009&#8243;. Mas como todo mundo diz, falar mal é fácil. Hoje eu venho aqui fazer o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.danilofreire.com.br/arquivos/Cracktheskye.jpg" alt="Crack The Skye" /></p>
<p><a href="http://danilofreire.com.br/2009/02/o-pior-disco-do-ano-chris-cornell-scream/">Em um post anterior</a>, eu disse que o pior disco do ano já havia sido lançado. Posso repetir sem medo de errar: até agora, &#8220;<em><a href="http://www.popmatters.com/pm/review/71113-chris-cornell-scream/">Scream</a></em>&#8220;, de <a href="http://www.chriscornell.com/">Chris Cornell</a>, ainda não tem concorrente à altura na categoria &#8220;Discos Horríveis de 2009&#8243;. Mas como todo mundo diz, falar mal é fácil. Hoje eu venho aqui fazer o contrário. Vou recomendar um disco excelente: &#8220;<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crack_the_Skye">Crack the Skye</a></em>&#8220;, do <a href="http://www.mastodonrocks.com/">Mastodon</a>. </p>
<p>Para quem não conhece a banda, aqui vai uma breve introdução: o Mastodon foi formado em 1999, na cidade de Atlanta, e podemos definir o seu estilo como &#8220;Progressive/Sludge Metal&#8221;. Ou seja, os caipiras tocam rock pesado, mas possuem melodias complexas, harmonias sofisticadas e timbres bem diferentes nas músicas. Na minha opinião, eles têm o melhor dos dois mundos: a energia do heavy metal e a técnica do progressivo, sem cair nos excessos de um ou de outro. Não é à toa que o Mastodon é, atualmente, considerada a melhor banda do &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/New_Wave_of_American_Heavy_Metal">New Wave of American Heavy Metal</a>&#8220;, mesmo enfrentando concorrentes de peso como <a href="http://www.lamb-of-god.com/">Lamb of God</a>, <a href="http://www.killswitchengage.com/">Killswitch Engage</a> e <a href="http://www.trivium.org/">Trivium</a>.</p>
<p>Depois de lançar três discos muito bons &#8211; os dois últimos, &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Leviathan_(album)"><em>Leviathan</em></a>&#8221; e &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blood_Mountain_(album)"><em>Blood Mountai</em>n</a>&#8220;, são estupendos &#8211; o Mastodon chega seu &#8220;<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Black_Sabbath_Vol_4">Vol. 4</a></em>&#8221; com muito estilo: <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crack_the_Skye">&#8220;Crack The Skye&#8221;</a></em> não fica devendo nada aos antigos lançamentos dos caras. Muito pelo contrário: aqui, as melodias, ao que me parece, estão ainda mais bem-elaboradas e o vocais muito caprichados. Bom, do instrumental eu não vou nem falar: não há como não se surpreender com os riffs, solos de guitarra e viradas de bateria no CD. São de deixar qualquer um boquiaberto, com certeza.</p>
<p><img src="http://www.danilofreire.com.br/arquivos/mastodon.jpg" alt="Mastodon" /></p>
<p>Mas vamos começar por onde se deve: pelo começo. A primeira coisa que você percebe ao pegar o CD nas mãos, é que a arte do disco é muito, muito bonita. O encarte é excelente, e o trabalho do ilustrador é impecável. O site que os caras fizeram para promover o disco, <a href="http://www.cracktheskye.com/"><em>http://www.cracktheskye.com/</em></a>, tem as mesmas imagens do CD. Dê uma passada lá e você vai entender porque eu estou falando tão bem da arte do álbum.</p>
<p>As letras do disco, por sua vez, são bem distintas: tragédias familiares, viagens astrais, teorias dos &#8220;wormholes&#8221;, e até Rasputin e a Rússia Czarista (!!) aparecem, curiosamente, todos interligados. Embora seja um pouco estranho à primeira vista, com o tempo você consegue perceber que a mensagem funciona, e como as músicas estão tão bem encaixadas nas palavras, nada soa forçado. Nada mesmo. Aliás, isso é algo a se destacar: embora a maioria das faixas sejam grandes (&#8221;The Tzar&#8221; tem 11 minutos, e a belíssima &#8220;The Last Baron&#8221; tem 13), em momento algum o disco parece arrastado, e as músicas prendem a atenção do ouvinte o tempo todo. Como disse o pessoal do <a href="http://pitchfork.com/reviews/albums/12872-crack-the-skye/">Pitchfork Media</a>, &#8220;<em>Mastodon operates something like prime-era Metallica, unleashing these huge, blistering tracks that journey over peaks and valleys and ditches and oceans before leaving you spinning</em>&#8220;. Falaram tudo. Embora &#8220;<em>Crack the Skye</em>&#8221; seja menos pesado do que &#8220;<em>Leviathan</em>&#8221; e &#8220;<em>Blood Mountain</em>&#8220;, as variações são mais intensas, e eu acho isso ótimo. Quase ninguém sabe mais fazer esse tipo de coisa no rock pesado, não é?</p>
<p>Tudo no disco é complexo, honesto e orgânico. Não há como não ouvir isso logo de cara. As primeiras duas músicas, &#8220;Oblivion&#8221; e &#8220;Divinations&#8221;, disponíveis no <a href="http://www.myspace.com/mastodon">MySpace do quarteto</a>, já mostram o espírito do disco. Clique ali e ouça também a melhor música do disco que, em minha opinião, é &#8220;The Last Baron&#8221;.</p>
<p>Sem mais, esse é o melhor disco que ouvi esse ano. Além disso, não só é o álbum que recebeu as maiores notas em 2009, de acordo com o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crack_the_Skye#Critical_reception">Rate Your Music</a>, mas também levou 97% de aprovação no rigoroso <a href="http://www.metal-archives.com/release.php?id=224685">Encyclopeadia Metallum</a>. Não é para menos: é metal de vanguarda, de primeiríssima qualidade. Compre, pegue emprestado, alugue, roube, não importa: mas por favor, ouça o som dos caras. Se puder, compre a edição limitada do CD, que vem com uma linda litografia da capa. Mas, de qualquer forma, o que importa é a música. E aqui ela é nota 10, sem sombra de dúvida. </p>
<p>p.s.: Achei um <em>making of</em> do disco no YouTube, dêem uma olhada:</p>
<p><object width="500" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2nkeBG0nh84&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2nkeBG0nh84&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="315"></embed></object></p>
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		<title>Paul Potts</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 22:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paul Potts era um vendedor de celulares. Inglês nascido em Bristol, mas atualmente residindo no País de Gales, Potts resolveu se inscrever no &#8220;British Got Talent&#8221;, um programa de calouros, cujos prêmios finais são a gravação de um CD e uma apresentação privada para Sua Majestade. Tímido, Paul disse &#8211; para a surpresa de todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.paulpottsofficial.com/">Paul Potts</a> era um vendedor de celulares. Inglês nascido em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bristol">Bristol</a>, mas atualmente residindo no País de Gales, Potts resolveu se inscrever no &#8220;British Got Talent&#8221;, um programa de calouros, cujos prêmios finais são a gravação de um CD e uma apresentação privada para Sua Majestade. Tímido, Paul disse &#8211; para a surpresa de todos &#8211; que iria cantar uma ópera naquela noite. Cantou um trecho da famosa <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81ria">ária</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Giacomo_Puccini">Puccini</a>, <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nessun_dorma">Nessum Dorma</a></em>. Não tenho palavras para descrever o que aconteceu daí por diante. Vejam:</p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1k08yxu57NA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1k08yxu57NA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
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		<title>Son House &#8211; &#8220;John The Revelator&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:55:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, como sempre, o Metrô de São Paulo estava cheio. Apesar disso, consegui ainda sentar-me, e pude folhear um bom livro de Microeconomia que tinha nas mãos (o manual de Pindyck &#038; Rubinfeld, Microeconomics). Em poucos instantes, no entanto, notei a entrada de um homem já de meia-idade, que caminhava com certa dificuldade. Pedi a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, como sempre, o Metrô de São Paulo estava cheio. Apesar disso, consegui ainda sentar-me, e pude folhear um bom livro de Microeconomia que tinha nas mãos (o manual de Pindyck &#038; Rubinfeld, <em>Microeconomics</em>). Em poucos instantes, no entanto, notei a entrada de um homem já de meia-idade, que caminhava com certa dificuldade. Pedi a ele que ocupasse o meu lugar, o que, de pronto, ele atendeu. Agradecido, o senhor gentilmente se ofereceu para segurar o meu volumoso manual; foi aí que notei que ele também carregava um livro. E não era um livro qualquer, era a Bíblia.</p>
<p>Logo percebi tratar-se aquele senhor de um pastor, provavelmente indo a um sermão (ou prédica, caso ele seja luterano). A Bíblia que ele portava era a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/King_James_Version"><em>Authorized King James Version</em></a>, uma das mais importantes traduções do livro até hoje. Perguntei-lhe então se o texto de King James o agradava, e começamos assim uma conversa sobre o papel da &#8220;King James&#8221; na difusão do texto bíblico. Afinal, como em mim a fé em Deus há muito esmoreceu, resta-me apenas discutir os aspectos históricos e etimológicos da Bíblia: se àquele pastor o livro ainda era a prova viva da Palavra do Senhor, para mim, hoje é pouco mais que uma curiosidade científica ou um código de conduta. Mas, curiosamente, nada disso tolheu nosso proveitoso diálogo: falamos bastante, e foi-me de especial interesse suas idéias sobre a inclusão dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Biblical_apocrypha">Apócrifos</a> na Bíblia de King James, talvez surgida pelo interesse, à época, dos protestantes ingleses na leitura desses livros, ainda hoje contestados por grande parte da liturgia.</p>
<p>Após algumas estações, despedi-me do pastor e segui meu caminho. Estava ouvindo a música cujo vídeo está abaixo. Coincidentemente, a canção é um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spiritual_(music)"><em>spiritual</em></a> antigo, cantado por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Son_House">Son House</a> (um dos pais do Blues), que queria ser pastor batista quando jovem. A música chama-se &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_the_Revelator_(song)">John The Revelator</a>&#8220;, e a autoria é desconhecida. Mas caiu como uma luva naquele momento.</p>
<p>Confesso que meu respeito pelos protestantes é enorme. Admiro o modo pelo qual levam uma vida ordenada e modesta, quase toda dedicada exclusivamente ao trabalho e à caridade <em>ad majorem Dei gloriam</em>, para maior glória de Deus. Hoje, ateu, custa-me a crer em um Ser Supremo, criador ou mantenedor do cosmos. Depois que uma pessoa se torna apóstata, dificilmente Ele ressurge em sua consciência. Não me arrependo do ateísmo: atualmente, parece-me mais sólida a idéia de um universo natural, sem Criador e com <em>Big Bang</em>, e a de uma evolução das espécies, sem Adão e com macacos. A religião, para mim, é apenas um conforto psicológico, não apenas perante a realidade de não sabermos tudo, mas também perante a possibilidade da existência ser desprovida de significado. E se Deus existisse, por qual motivo daria sua palavra a seres como nós, e não a outros, em todo o universo? Ainda assim, se ele surgisse para nós, quem garante que alguém ia compreendê-lo? E o que aconteceram com os antigos deuses fenícios, babilônios, persas, egípcios, gregos, nórdicos? Se eles morreram, quem garante que o nosso também não morrerá? São perguntas para as quais, até hoje, não encontrei respostas satisfatórias.</p>
<p>Contudo, ao ouvir o Son House e muitos outros protestantes que conheci, que levaram vidas desastrosas e que a religião deu-lhes força para reconstruírem-se dignamente, não consigo discordar da frase de <a href="http://www.julianbarnes.com/">Julian Barnes</a>: &#8220;<em>I don’t believe in God, but I miss Him</em>&#8220;. Nem sempre é fácil olhar para um céu vazio.</p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TG86smScoaA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/TG86smScoaA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
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		<title>A música e a evolução humana</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual é o motivo para gostarmos de música? Que papel as melodias, o canto e a dança têm na evolução de nossa espécie? Embora essas questões ainda sejam, notadamente, abertas ao debate, a The Economist publicou como matéria de capa dessa semana o seguinte artigo: &#8220;Why Music?&#8221;, &#8220;Por que música?&#8221;. 
A publicação inglesa destaca alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é o motivo para gostarmos de música? Que papel as melodias, o canto e a dança têm na evolução de nossa espécie? Embora essas questões ainda sejam, notadamente, abertas ao debate, a <a href="http://www.economist.com/">The Economist</a> publicou como matéria de capa dessa semana o seguinte artigo: <a href="http://www.economist.com/printedition/displayStory.cfm?Story_ID=12795510">&#8220;Why Music?&#8221;</a>, &#8220;Por que música?&#8221;. </p>
<p>A publicação inglesa destaca alguns dos pontos de vista de biólogos a respeito da função da música na cultura e na evolução da humanidade. Vale a pena uma leitura!</p>
<p>Segue o artigo: <a href="http://www.economist.com/printedition/displayStory.cfm?Story_ID=12795510">The Economist &#8211; Why Music?</a></p>
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		<title>Metallica: &#8220;All Nightmare Long&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje trago um vídeo da minha banda favorita. Após o péssimo St. Anger, o Metallica faz um &#8220;retorno à forma&#8221; com um excelente álbum, Death Magnetic, lançado em setembro de 2008. O clipe abaixo é o segundo oriundo desse disco, da música &#8220;All Nightmare Long&#8220;. Confesso que o achei o vídeo bem esquisito, pois conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje trago um vídeo da minha banda favorita. Após o péssimo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/St._Anger"><em>St. Anger</em></a>, o Metallica faz um &#8220;retorno à forma&#8221; com um excelente álbum, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Death_magnetic"><em>Death Magnetic</em></a>, lançado em setembro de 2008. O clipe abaixo é o segundo oriundo desse disco, da música &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/All_Nightmare_Long">All Nightmare Long</a>&#8220;. Confesso que o achei o vídeo bem esquisito, pois conta uma curiosa história misturando alienígenas, soviéticos e zumbis, em uma referência ao &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tunguska_event">Episódio Tunguska</a>&#8220;.  Mas é um tanto divertido. Vejam: </p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9SzJdliUxMg&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9SzJdliUxMg&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
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		<title>Bibliografia: &#8220;Delta Blues&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Danilo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro desta semana é sobre música. Sobre boa música, acima de tudo. Trata-se de um excelente retrato do blues americano, tronco sobre o qual frutificaram o jazz e o rock&#8217;n'roll. Embora seja melhor ouvir diretamente um estilo musical do que tentar entendê-lo por meio de um livro, o texto que aqui recomendo é de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O livro desta semana é sobre música. Sobre boa música, acima de tudo. Trata-se de um excelente retrato do <em>blues</em> americano, tronco sobre o qual frutificaram o jazz e o rock&#8217;n'roll. Embora seja melhor ouvir diretamente um estilo musical do que tentar entendê-lo por meio de um livro, o texto que aqui recomendo é de primeira. O livro chama-se &#8220;<em>Delta Blues: The Life and Times of the Mississippi Masters Who Revolutionised American Music</em>&#8220;, e seu autor é Ted Gioia. O delta em questão é o dos rios Mississipi e Yazoo, uma grande área de plantações de algodão, onde os negros trabalhavam de sol a sol. A escravidão já havia terminado, mas sua sombra ainda projetava-se por toda a sociedade. Os negros logo perceberam que a liberdade não dava-lhes grandes benefícios, uma vez que continuavam a viver em dois lugares: na plantação ou na cadeia. Restava-lhes cantar a dureza do cotidiano, mesclando os antigos <em>spirituals</em> com novos acordes.</p>
<p>O que surgiu, foi uma das mais profundas formas de expressão musical do século XX. E o Delta foi especialmente prolífico: vários dos maiores <em>bluesman</em> de todos os tempos ali nasceram, como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charley_Patton">Charley Patton</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bukka_White">Bukka White</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Son_House">Son House</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Skip_James">Skip James</a> e claro, o maior de todos, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_Johnson_(musician)">Robert Johnson</a>. Deste último, que gravou apenas 29 músicas, tirou duas fotografias e desapareceu sem deixar vestígios, conta-se que vendeu a alma ao demônio em uma encruzilhada da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/U.S._Route_61">Highway 61</a>, com a condição de que o diabo ensinasse-lhe as mais poderosas melodias do mundo. E o resto é história.</p>
<p>O livro de Ted Gioia é ótimo para uma introdução a este estilo musical tão importante, que hoje está praticamente esquecido. Mas que ainda é capaz de sensibilizar os ouvintes de forma impressionante. Abaixo segue um vídeo, no qual estão interpretados <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blind_Willie_Johnson">Blind Willie Johnson</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Skip_James">Skip James</a>, nativo do Delta. O trecho faz parte de um filme de Wim Wenders, que, por sua vez, integra um ótimo conjunto de 7 DVDs organizados por Martin Scorsese, chamado-se apenas &#8220;The Blues&#8221; (que é facilmente encontrado na Livraria Cultura por um preço justo).</p>
<p>Vejam as letras, que são lindas, e reparem no dramático discurso feito por um pastor negro, durante os duros anos da Grande Depressão de 1930. Isso é o <em>blues</em>.</p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5nBIyzEQYNY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5nBIyzEQYNY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>
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